Em tempos não
muito distantes quando contados em anos, mas longínquos em
relação ao desenvolvimento da informática e das suas
aplicações, as empresas usavam os computadores para executarem
programas isolados; uma folha de calculo e uma base de
dados, em regra, e muito raramente um processador de texto,
porque as máquinas de escrever eram mais baratas que as
impressoras e não tinham problemas quanto ao uso de caractéres
portugueses. O problema principal era a necessidade de transferir
manualmente os dados de uma aplicação para outra, o que levava
a desperdícios de tempo e criava erros frequentes.
Depois surgiram as primeiras aplicações que
associavam as funções de folhas de calculo e bases de dados ao
processamento de texto e a criação de tabelas de gráficos. Uma
das suas vantagens era o preço, ainda elevado mas inferior ao
que implicaria a aquisição dos seus componentes em separado. De
uma maneira geral, tinham ainda a vantagem de permitir gerar
listas de bases de dados, e mais tarde a de correspondência
personalizada e ainda de gráficos elementares a partir de folhas
de calculo.
Graças ao aproveitamento das funções
multi-tarefa do Windows e ao uso da DDE (Dynamic Data Exchange),
que permite transferir automaticamente comandos de dados entre as
aplicações em uso simultâneo, e ao OLE (Object Linking and
Embedding), através do qual os operadores dos PC clientes podem
utilizar as aplicações residentes nos computadores servidores
sem saírem das que estão a processar, o Microsoft Office
facilita largamente as operações a nível particular e
empresarial, mas principalmente neste, através da criação de
grupos de trabalho.
Com a utilização do Office as empresas irão colher largos
benefícios com as economias que poderão fazer na formação de
pessoal e na melhoria que ela proporcionará na eficácia da
gestão.